sexta-feira, 7 de junho de 2013

Intercom reúne comunicadores na Unisc

Acadêmicos apresentaram trabalhos durante o Intercom
(Foto: Andressa Bandeira)

O campus da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) sediou de 30 de maio a 1º de junho, a edição 2013 do Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sul (Intercom Sul). Os acadêmicos do Curso de Comunicação Social da Unisc foram os anfitriões do evento, que reuniu mais de dois mil congressistas. Para os participantes, em especial, os alunos, o Intercom representou uma oportunidade para se trocar experiências e discutir questões ligadas à comunicação.

O Intercom Sul 2013, congresso mais representativo que o Curso de Comunicação da Unisc já organizou até hoje, contou com atividades variadas como palestras, oficinas, debates e apresentações. Fora isso, o evento oportunizou a integração de acadêmicos de vários cursos de comunicação da região sul do Brasil.

Ao portal Hipermidia da Unisc, o coordenador geral do evento Demétrio Soster, disse que o evento foi simplesmente maravilhoso. “O esforço desta equipe foi recompensado e reconhecido. Então agora é só agradecer, comemorar e descansar, pois deu trabalho, mas foi inesquecível” disse.

No último dia do evento ocorreu, ainda, a premiação dos trabalhos vencedores das 65 categorias da Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom). Os responsáveis por trabalhos de destaque saíram da Unisc com troféus em mãos.

Intercom envolve acadêmicos

Acadêmicos lotaram auditório para assistir painel sobre jornalismo televisivo
Foto: Paola Salles
Para os vários acadêmicos que estiveram no Intercom, o evento oportunizou diversas formas de participação. Além de assistir às palestras e demais atividades, muitos alunos participaram como voluntários na organização do evento, assim como por meio da apresentação de projetos e, ainda, festas.

A acadêmica de jornalismo da Unisc, Juliana Bencke, acredita que o Intercom serve como uma mostra daquilo que o meio acadêmico produz e aquilo que os profissionais da área pensam. Ela participou de duas formas, como congressista ao assistir às palestras e painéis, e também como voluntária.

Juliana acredita que o evento vai trazer muitas coisas positivas à sua formação. “A gente começa a enxergar de outra forma a comunicação e  vê que ela não está restrita ao que estamos acostumados a fazer”, salienta.


Juliana Bencke fala de sua participação no Intercom. Clique e ouça:




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Alunos da Unisul divulgaram próxima no encerramento do Intercom 2013
(Foto:  Mônica Leal)
A Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) sedia a edição 2014 do Intercom Sul. A instituição de ensino fica situada em Palhoça, cidade situada próxima a Florianópolis. No próximo ano, o evento chega a 15ª edição.

Professores e alunos da Unisul vieram à Unisc para divulgar a próxima edição do evento e buscar informações e trocar ideias com os organizadores do Intercom desse ano. Conforme a coordenadora do Curso de Comunicação da Unisul, Daniela Germann, parte dos alunos da universidade catarinense se dedicou, exclusivamente, à divulgação da próxima edição.

Durante o encerramento do Intercom Sul 2013, os acadêmicos da Unisul aproveitaram para convidar os congressistas deste ano para irem a Palhoça em 2014. Os alunos agradeceram a receptividade encontrada em Santa Cruz do Sul e, com entusiasmo, divulgaram a próxima edição aos presentes.

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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Leite: faz bem ou mal?

Quem consome leite deve ficar atento às quantidades ingeridas (Foto: Divulgação)
O leite é tido pela maioria das pessoas como um alimento indispensável na dieta. Alguns especialistas, no entanto, já apontaram aspectos negativos relacionados ao consumo desse produto. Mas, a maioria dos profissionais da área médica ainda não vê o leite como um vilão e sim como um alimento nutritivo e importante à saúde.

Conforme o médico Ivan Seibel, não é fácil adotar uma posição frente a um tema tão polêmico como o consumo de produtos de origem animal, nos quais se inclui o leite e seus derivados. Ele cita que, se por um lado há quem veja benefícios no consumo, por outro existem pessoas que argumentam que o leite animal seria prejudicial ao ser humano.

Para Seibel, quem decide pesquisar esse tema mais a fundo não encontra conclusões plausíveis. “Agora convenhamos: um bom café com leite ou um sorvete (feito com leite) é coisa bem gostosa, e não vi ninguém morrer disto”, pondera. Apesar disso, quem aprecia essa bebida precisa ficar atento às quantidades ingeridas e se esse produto lhe causa algum sintoma ou se mostra prejudicial ao organismo.

Para o pediatra Vilson Gauer, em geral, o leite pode ser considerado benéfico à saúde. No entanto, salienta que deve ser ingerido em doses moderadas. De acordo com Gauer, cerca de 500 ml de leite por dia é uma quantidade apropriada para consumo durante a vida adulta. O pediatra informa, ainda, que o leite é uma importante fonte de cálcio, no entanto, também cita que é um produto e origem animal e contém uma quantidade considerável de gordura. 

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Parte da população tem intolerância a produtos lácteos (Foto: Divulgação)

O médico Ivan Seibel não considera o leite maléfico à saúde, mas salienta que muitas pessoas sofrem de intolerância aos produtos lácteos. Essa doença acontece quando o indivíduo nasce sem uma enzima que quebra a lactose, o açúcar do leite, ou então porque deixa de produzi-la ao longo da vida, tanto pelo envelhecimento quanto por lesões no intestino.
Crédito: http://www.modernasaude.com.br

Seibel desta que nestes casos de intolerância à lactose é necessário consultar um médico em busca de uma solução para o problema. “Há os que passam a tomar leite de cabra ou de soja”, cita.  Entre os sintomas de quem tema doença, cita que o indivíduo pode sentir náuseas, ter gases, inchaço e diarréia.

A dona de casa Lisete Petry, por exemplo, diz que, eventualmente, sofria com uma sensação de inchaço, que anos após descobriria tratar-se de um sintoma da intolerância a produtos lácteos. Após, conta que evita consumir leite, mas que  ainda ingere o produto, mas em quantidades reduzidas. 

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Leite materno é benéfico às crianças (Foto: Divulgação)

Segundo o pediatra Vilson Gauer, no primeiro ano de vida das crianças, o ideal é o leite materno e, nessa idade, o consumo do leite de vaca não é adequado, por ser pobre em ferro. Conforme Gauer, a ingestão do leite materno é benéfica ao desenvolvimento do sistema imunológico das crianças e também à prevenção da anemia.  

Pesquisa da Sociedade Brasileira de Pediatria mostra que, em geral, bebês de seis a oito meses obtêm 70% de suas necessidades energéticas no leite materno. Já os que possuem de nove a 11 meses têm 55% e os com 12 a 23 meses detêm 40% das necessidades nutricionais com o leite da mãe.

O fato das crianças ingerirem o leite materno apenas nos primeiros meses ou anos de vida é um indicativo, para muitas pessoas e especialistas, de que o leite não deveria ser consumido durante a vida adulta. O médico Ivan Seibel comenta, por exemplo, que os humanos são os únicos a consumir leite oriundo de outro animal ao longo da vida. 


ÁUDIO: O pediatra Vilson Gauer destaca os benefícios do leite materno na infância e fala da intolerância à lactose: 



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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Ervateiras enfrentam falta de matéria-prima


Indústria confirma falta de matéria-prima (Foto: Alan Faleiro)
O preço pago pela arroba da erva-mate, há um ano, variava entre R$ 5 e R$ 5,50. Em dezembro, o preço praticado já era de R$ 6,75 e, nas últimas semanas, varia entre R$ 8 e R$ 10 e a tendência é que chegue a R$ 12. Essa elevação no preço faz com que o produtor não corte a erva-mate e, com isso, há falta da matéria-prima nas indústrias e o desaparecimento de algumas marcas nas prateleiras dos mercados.

Outro fator que contribui para a falta da matéria-prima é a redução da área de plantio. Há 30 anos, a cultura ocupava 4,8 mil hectares. No último ano, no entanto, um diagnóstico realizado pela Emater/RS-Ascar, Secretaria Municipal de Agricultura e sindicatos, apontou uma drástica redução da área e hoje os ervais não somam mais do que 1,3 mil hectares em Venâncio Aires.

Nos últimos anos, o preço baixo pago pela arroba fez com que o produtor se desestimulasse e investisse em outras culturais anuais, que garantem uma renda maior e mais rápida por hectare. A melhora no preço, no entanto, vem estimulando os produtores a voltarem a investir na cultura e alguns já sinalizaram que vão ampliar a área de plantio.

O chefe do escritório municipal da Emater/RS-Ascar Vicente Fin, afirma que essa melhora no rendimento faz com que o produtor se sinta motivado a voltar a investir nos ervais que ainda existem. Para o Sindicato da Indústria do Mate do Estado do Rio Grande do Sul (Sindimate), a falta e matéria-prima e a elevação do preço da erva-mate também estão ligados ao aumento do consumo e das exportações e à utilização da erva-mate para outros fins.

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O hábito gaúcho de tomar chimarrão ficou mais caro e em Venâncio Aires, Capital Nacional do Chimarrão, a situação não é diferente. A falta de matéria-prima para atender as indústrias é apontada pelos fornecedores como a causa do desabastecimento de algumas marcas de erva-mate nos supermercados e, em consequência, da elevação dos preços. De acordo com mercadistas do município, o valor do item, que já vinha em elevação nos últimos meses, registrou alta de 15 a 20% nas duas últimas semanas.

Nelcy: “A solução é, talvez, arrumar uma cuia menor.” (Foto: Alan Faleiro)
Apesar disso, a população mantém a procura pelo produto. A aposentada Nelcy Schwingel, por exemplo, diz que não pretende abandonar o hábito de tomar chimarrão. “A solução é, talvez, arrumar uma cuia menor, que caiba menos erva-mate.” Ela conta que, desde 2012, percebeu a gradativa alta do preço do quilo da erva-mate e contou que, em 2012, pagava cerca de R$ 5 pelo quilo do produto e agora desembolsa R$ 6,98 pelo item. Fora isso, a aposentada contou que a marca que ela utiliza para o preparo do chimarrão, eventualmente, encontra-se em falta nas prateleiras do supermecado.

Segundo Roderlei Lenz, que atua como comprador em um supermercado no centro de Venâncio Aires, alguns tipos de erva-mate estão sujeitos a faltar nos supermercados. Segundo Lenz, os reajustes no preço da erva-mate são repassados aos supermercados quase que semanalmente. Conforme o sócio-diretor da ervateira venâncio-airense Elacy, Gilberto Luiz Heck, o preço da erva-mate continuará em alta. “Logo, o consumidor estará pagando R$ 10 o quilo da erva-mate”, estima.

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Chimarrão faz bem à saúde

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Hábito de tomar chimarrão traz benefícios ao corpo (Foto: Alan Faleiro)
Mais do que simples tradição dos gaúchos, o hábito de tomar chimarrão também faz bem para a saúde. Estudos comprovam que a erva-mate, consumida como chimarrão ou chá, apresenta propriedades benéficas para as funções orgânicas. Os principais componentes da planta atuam como auxiliar em dietas, como diurético, digestivo e também no tratamento da fadiga funcional.

Segundo informações do site da Festa Nacional do Chimarrão, pesquisas sobre os efeitos da planta revelam a alta concentração de sais minerais como cálcio, ferro, fósforo, potássio e manganês. Já a atividade estimulante da erva-mate é conferida pela presença da mateína, substância similar à cafeína, porém com propriedades distintas.

Um estudo realizado recentemente pela Feevale, de Novo Hamburgo, atesta que o mate, além de estimulante, faz bem ao coração. A análise foi feita em ratos de laboratório, que receberam uma dose concentrada de extrato de erva-mate e tiveram os indicadores reduzidos.

Confira em reportagem da Rede Record, os benefícios da erva-mate:



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